Como já era esperado, o novo filme de Michael Bay não é muito diferente de nenhum outro trabalho seu. Assim como em Bad Boys, a câmera passa o tempo todo balançando, confundindo o espectador nas cenas de ação e causando princípios de dor de cabeça. Assim como em Armageddon, o futuro da humanidade está em jogo. Mas dessa vez ele trabalha com o que parece mais gostar: robôs. Os longas do diretor são sempre fuzilados por críticas destrutivas, relacionadas às atuações mecânicas dos elencos. Em Transformers isso não é problema, já que os protagonistas são robozões de quinze metros que se tranformam em carros para disfarçar suas formas originais, e o enredo é uma guerra entre dois grupos de máquinas: os bons e os maus. O palco perfeito para Bay, seus delírios de grandeza e suas pirotecnias exageradas. Os personagens humanos de Transformers não servem para muita coisa além de servirem de coadjuvantes para a técnica da computação gráfica, aliás, impecável.
Com Transformers, Michael Bay talvez enfim conquiste o que ele deve julgar ser o prêmio mais importante do Cinema: o Oscar de efeitos especiais.
Nota 7,0
1 comment:
adorei, super divertido
nota 8,5
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